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Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débitoVibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.Essa doce fera vive pra proteger sua prole.E se um deles se ferir, não há o que a console.Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.Com a força de uma leoa, ela defende os seus.Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.


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Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você

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domingo, 3 de agosto de 2008

Uma Mente Brilhante





«Uma Mente Brilhante»
(«A Beautiful Mind») não é só um filme sobre esquizofrenia. Ron Howard (realizador) conta uma história de amor que convive com um retrato fiel desta doença por dentro, onde ninguém costuma entrar, que não se costuma ver. A visibilidade que o filme dá a todo o processo de aquisição da doença fere, mutila, em especial quando se percebe a linha ténue que divide a realidade do sonho, a vida como ela é de uma ideia concebida mentalmente por todos nós. Mesmo se o amor perdoa tudo.


Russell Crowe está como peixe na água. Nem exagera muito na ironia nem se esconde no jogo fútil das descrições dramáticas. Facto inegável, este filme é um romance dramático porque faz acordar para a vida quem o vê. Permite discernir que existe algo para além do visível. No mínimo, faz entender que esse invisível pode fazer parte da vida de uma pessoa qualquer. Isso assusta um pouco, concebe a ideia do impossível numa possibilidade muito plausível. Qualquer um pode sofrer daquela doença, basta que geneticamente isso esteja mais ou menos traçado.
A história começa quando um grupo de jovens é admitido em Princeton, um elegante e conceituado colégio para homens cujo pensamento matemático é excelente. No seu papel, Russell Crowe, John Forbes Nash Jr., destaca-se como aluno que não o quer ser, o homem que se deseja afirmar mais do que todos os outros. Seja porque a personagem nasce de um meio cultural mais pobre, seja por qualquer outro motivo, Crowe (John Nash) é aquele que diz o que todos os outros gostavam de dizer. Não apresenta nenhuma teoria normal, nenhuma tese banal como ele considera as teses dos seus companheiros, mas defende-se por detrás de uma acutilância, humor negro e sabedoria pouco acessível aos seus pares. No fim, ganha o prémio Nobel por conseguir influenciar os mercados cambiais com a sua visão e tese de comércio e transações económicas. Tal qual na vida real.

Esta é uma história que representa a vida do grande matemático John Forbes Jr., cujas teorias económicas permitiram ao mercado económico uma fluidez invejável. A grande determinação para provar o seu saber e encontrar aquela investigação que nunca ninguém tinha encontrado diferencia John desde o início da história. Ajuda- o a encontrar os problemas matemáticos e a resolvê-los. Como não podia deixar de ser, foi uma mulher que o inspirou e o fez perceber a teoria das teorias, que lhe deu o doutoramento para a história progredir. Mesmo se a esquizofrenia aparece como a doença que o atinge no momento da entrada na faculdade, e que o acompanha pela vida afora, é o romance que dá substância e significado ao argumento.

Não sendo letal, Crowe é determinante para conceber um mundo próprio, em que toda a acção se insere no mundo dos outros e convive com eles. Esta história é mesmo uma demonstração evidente de que nem tudo o que parece é. Este jogo entre realidade e ficção, e o próprio filme, exerce uma pressão forte. Exterioriza tensões que acabam por se materializar no momento em que se tem consciência de que é a esquizofrenia que ganha. É ela que fica, e não a ficção imaginada de John.

Alicia Nash (Jennifer Connelly) é a mulher que se segue. Este filme não teria significado sem o seu desempenho subtil, de quem sabe anular-se a favor do brilho da personagem principal, para lhe dar corpo. Acompanha Crowe a partir da metade do filme até ao reconhecimento público da história da sua vida, na cerimónia do prémio Nobel. O seu jogo de cintura com a doença do marido é essencial e a sua beleza literal é fundamental. A sensualidade absolutamente letal quando afronta o professor na aula em que se conhecem é apaixonante.

Baseado numa história verídica, «Uma Mente Brilhante» é uma afirmação sensível de um desejo presente em todos os esquizofrénicos, viver. Representa uma vontade muito forte: deixar bem claro que a vida não tem sequências exactas, pelo menos tão certas quanto os teoremas que acompanharam John Nash durante uma vida inteira. Isso, por si, é um grande trunfo. São duas horas de película bem empregues, para quem gosta de romances e dramas, para quem quer olhar para a vida com outros olhos. Mesmo com uma lágrima no canto do olho.



Uma Mente Brilhante. Título original: «A Beautiful Mind».
De Ron Howard. Com Russell Crowe, Jennifer Connely, Ed Harris e Christopher Plummer.
Drama/Romance. 134 minutos. EUA. 2001.

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