Quem sou eu

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PARÁ DE MINAS, MINAS GERAIS, Brazil
Muitas qualidades, muitos defeitos, mas é no equilíbrio que se leva a vida em frente. Desistir nunca, o ceú é o limite, e mesmo depois temos o espaço.

Mais Você-Ana Maria

Mais Você-Ana Maria

N.E.O.Q.E.A.V

N.E.O.Q.E.A.V
NUNCA ESQUEÇA O QUANTO EU AMO VOCE


MINHA MÃE ENIA

ENIA MELGAÇO

ENIA MELGAÇO

MÂE ,VOCÊ É UNICA PESSOA NO MUNDO QUE MERECE ESTA HOMENAGEM...

Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débitoVibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.Essa doce fera vive pra proteger sua prole.E se um deles se ferir, não há o que a console.Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.Com a força de uma leoa, ela defende os seus.Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.


UM BEIJO CARINHOSO DE SUA FILHA
ZANZA

MÃE

MÃE
Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você

MINHA ETERNA PAIXÃO

MINHA ETERNA PAIXÃO

QUEM TE ENSINOU A NADAR?

sábado, 31 de janeiro de 2009

Joshua Redman






Biografia

O talentoso saxofonista-tenor Redman, foi influenciado pelo estilo de Red Holloway e Gene Ammons. Nascido em primeiro de fevereiro de 1969 em Berkeley, California e filho do grande saxofonista tenor Dewey Redman.

Joshua se formou em Harvard e depois da dúvida sobre seguir a carreira de médico, sentiu-se impelido a estudar direito em Yale.

No entanto, Redman ao ganhar o primeiro lugar em 1991 no Concurso Thelonious Monk, foi convidado a assinar um contrato de gravação com a Warner Bros., logo aparecendo na capa das grandes publicações de jazz.

Pat Metheny fez uma participação em um dos seus álbuns e apesar de Redman ter feito constante sucesso excursionando com seu grupo, é uma pena que seu período de aprendizado como um sideman tenha sido tão breve.

Em 1996, Joshua Redman gravou e saiu em uma pequena turnê com o sexteto de Chick Corea, "Tribute do Bud Powell". Logo em seguida lançou seu álbum solo "Timeless Tales" (for Changing Times) em 1998. Dois anos depois ele retorna com o álbum "Beyond".

"Passage of Time" foi lançado no começo de 2001, sendo seguido por uma longa excursão pelos EUA. No ano seguinte, "Elastic", uma obra que reflete seu caráter mais aventureiro, colocando nesse álbum suas influências da eletrônica e do rock experimental.




Jazz Crimes (Live)



Straight Ahead

Nina Simone





BIOGRAFIA

Nina Simone, cujo nome verdadeiro era Eunice Waymon, nasceu a 21 de Fevereiro de 1933 em Tryon (Carolina do Norte, EUA), sendo a sexta de sete irmãos de uma família bastante pobre de pastores metodistas.

Aos 4 anos começou a tocar piano de forma exemplar. Com a ajuda de um professor de música, que criou o “Fundo Eunice Waymon”, ela conseguiu continuar a sua educação musical. Aliás, foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Julliard School of Music, em Nova Iorque.

Para conseguir ajudar financeiramente a sua família, ela começou a trabalhar num bar onde mais tarde lhe foi dito que teria de cantar. Sem ter oportunidade para se aperceber do que lhe estava a acontecer, Eunice, que tinha sido treinada para ser uma pianista clássica, entrou no mundo do show business. Aos 20 anos adoptou o nome de Nina Simone: “Nina” veio de “pequena” (“little one”) e “Simone” foi uma homenagem à grande actriz do cinema francês Simone Signoret, a sua preferida.

Nos fins dos anos 50, Nina gravou as primeiras faixas do seu álbum “Bethlehem”. Temas como “Plain gold ring”, “Don’t smoke in bed” e “Little girl blue” rapidamente se tornaram grandes êxitos. A canção “I loves you, Porgy” da ópera “Porgy e Bess” tornou-se um grande êxito e Nina tornou-se uma estrela, actuando em Town Hall, Carnegie Hall e no Newport Jazz Festival.

Desde o início da sua carreira que Nina incluiu no seu repertório estilos tão distintos como o jazz, gospel, música clássica, folk, blues, pop, canções de musicais e óperas, cânticos africanos, assim como composições pessoais. Para além da mestria que Nina possuía a trabalhar em diferentes estilos musicais, algo que a tornava única era a forma como usava o silêncio como elemento musical. A verdade é que ao vivo esta artista enfeitiçava o público com o seu talento. Activista na luta contra o racismo, chegou mesmo a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. A sua canção “Mississippi Goddamn” tornou-se um hino activista da causa negra, que aborda o assassinato de quatro crianças negras numa igreja de Birmingham em 1963. Aliás, muitas das canções de Nina referem-se aos direitos civis, tais como “Why? The king of love is dead”, “Go limp”, “To be young”, “Gifted and black”.

Após vários sucessos, Nina sentiu que tinha sido manipulada pelas editoras. Revoltada com a indústria discográfica, show business e racismo, abandonou os EUA em 1974 para as Barbados. Nos anos seguintes viveu na Suiça, Holanda, e por fim, no sul de França (Carry-le-Rouet), onde acabou por falecer a 21 de Abril de 2003 por doença prolongada. Conforme o seu desejo, as suas cinzas foram espalhadas em diferentes países africanos.

Detentora de inúmeros prémios entre os quais vários Grammys, que mais não foram do que um reconhecimento do seu talento, Nina recebeu ainda um Doutoramento Honoris Causa em Música e Humanidades. Sem dúvida, Nina foi, é e será sempre uma das maiores cantoras e compositoras dos nossos tempos.

My Baby Just Cares For Me (Live @ Montreux)



Here comes the sun (1988 Barcelona)



Ain't Got No...I've Got Life

Patti Labelle




BIOGRARIA

Diva do soul, Patti LaBelle nasceu em 1944, no estado americano da Filadélfia. Cresceu cantando num coral da Igreja Batista local e, desde que começou na carreira, destacou-se por passear por entre diversos estilos, do pop às baladas, passando pelo funk. Entre seus maiores sucessos estão “Lady Marmalade”, "If You Only Knew" e "On My Own". Em 1991, com o álbum Burnin’, recebeu um Grammy de melhor performance R&B feminina.


You Turn Me On



"Somewhere Over The Rainbow" 1985



You'll Never Walk Alone

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Anjos... de quatro patas!



Existem pessoas que não gostam de cães.
Estas, com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas.
Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.
Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor.
Quem mais pode dar amor incondicional,
Amizade sem pedir nada em troca,
Afeição sem esperar retorno,
Proteção sem ganhar nada,
Fidelidade 24 h por dia?

Ah, não me venham com essa de que os pais fazem isso,
Porque os pais são humanos
Se irritam, se afastam.
Um cão não se afasta mesmo quando você o agride,
Ele retorna cabisbaixo, pedindo desculpas por algo que talvez não fez
Lambendo suas mãos a suplicar perdão.

Alguns anjos não possuem asas,
Possuem quatro patas, um corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência.
Apesar dessa aparência,
São tão anjos quanto os outros (aqueles com asas) e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se.

Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Agradecimento Sincero


Agradecimento Sincero
Gostaria de agradecer a Deus por todos os momentos maravilhosos que tenho tido em minha vida.Por todos os momentos felizes e porque não os tristes?Muitas coisas aprendi com eles,muitos valores guardei e muitas vitórias conquistei.O que seriam de nossos momentos felizes se não existissem os tristes?Eles simplesmente não teriam significado algum.Seriam como sol sem chuva,dia sem noite,calor sem frio.Alegria sem dor?Uma jamais teria sentido sem a outra.Os momentos de dor servem para reconhecermos nossos momentos alegres,nossas vitórias e conquistas e principalmente para agradecermos a Deus por eles.E hoje agradeço a Deus o meu maior momento de alegria e minha grande conquista que foi conhecer você.Ao seu lado aprendi a amar e a sentir-me amada,aprendi a respeitar e ser respeitada e principalmente aprendi que não podemos ter medo de lutar para ser feliz,devemos vencer nossos obstáculos pois Deus sempre está do nosso lado.Hoje sofro por não estar perto de você,vivo dias de angústia e solidão,mas Deus tranquiliza meu coração,me fazendo aceitar e amar até mesmo meus dias mais tristes pois sei que logo estarei ao seu lado,concretizando assim os meus maiores sonhos como mulher e como pessoa! AGRADEÇO A DEUS POR FAZE-LO EXISTIR

Ja perdoei erros imperdoaveis


Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!

Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.


::. - Charles Chaplin - .::

sábado, 24 de janeiro de 2009

Maria Rita





BIOGRAFIA

Maria Rita Mariano nasceu em 09 de setembro de 1977 num ambiente musical. Fruto da união entre a cantora Elis Regina e o músico César Camargo Mariano, Maria Rita conviveu, desde o nascimento, com música de boa qualidade. Seus irmãos mais velhos, João Marcelo Bôscoli (filho do casamento de Elis com o produtor musical Ronaldo Bôscoli) e Pedro Mariano, também músicos, de certo modo foram importantes na formação da jovem cantora.

Foi através de João Marcelo que o palco passou a fazer parte da vida da filha de Elis. Aos 12 anos fez ‘backing vocal’ numa banda comandada pelo irmão e por Simoninha.

Viveu nos EUA entre os 16 e os 24 anos, primeiro com o pai e depois sozinha, em Manhattan. Nesse período amadureceu a idéia de se tornar cantora, formou-se em Comunicações Sociais e conviveu com gente do mundo inteiro. Diverte-se ao lembrar que seu objetivo quando voltasse ao Brasil era o de criar e lançar uma revista de política para adolescentes. Além da fluência no inglês, o estágio em terras norte-americanas foi de suma importância para que Maria Rita pudesse entender, entre outras coisas, que a semelhança e a influência do trabalho da mãe são absolutamente genéticas. Por essa razão, diz, as comparações sempre foram naturais e partiam, inclusive, do próprio pai.

Fora a genética, Elis teve menor influência em sua formação artística. Ella Fitzgerald, Nat King Cole, Djavan e Cássia Eller são os mais citados como profissionais que a influenciaram. Seu amadurecimento se deu ouvindo jazz, música instrumental e rap.

A musicalidade, entretanto, foi sempre uma coisa natural para Maria Rita. Quando a vontade de soltar a voz ficava incontrolável, ia cantar no coral da igreja ou em shows de calouros da escola. Apesar disso, garante, a certeza da necessidade de cantar veio lentamente. Não tinha convicção se a vontade era motivada pela insistência de pessoas próximas ou por razões pessoais. A confirmação veio somente após ter se identificado, num livro, com uma personagem que vivia o conflito entre optar pela poesia ou pela carreira militar. Uma outra personagem da história fez ao protagonista o seguinte comentário: “A pergunta que você tem que se fazer, na calada da noite, no momento mais solitário de sua vida é se consegue viver sem escrever”. Esse trecho ficou martelando na memória da então adolescente Maria Rita até ela encarar o teste de fazer para si mesma a pergunta: “Consigo viver sem cantar?”. A decisão estava tomada. Foi quando estudou canto para aperfeiçoar o dom natural.

Maria Rita, porém, nunca quis a fama fácil em função de sua hereditariedade. Jamais citava a mãe em público, recusou-se a dar entrevistas sobre o fato e evitou utilizar o repertório da mãe famosa, primeiro porque temia ser massacrada com as comparações e depois porque acreditava, após ter estudado mais a fundo o trabalho da mãe, que o material é uma obra-prima e as interpretações, definitivas.

A música nacional e tudo o que a envolve entrou em polvorosa no dia 06 de maio de 2002, quando o violonista Chico Pinheiro chamou-a para cantar como convidada especial em seu show no Supremo Musical, em São Paulo. A platéia ficou perturbada com a interpretação de Maria Rita que, enfim, fazia sua estréia em grande estilo.

O CD “Maria Rita” foi lançado em setembro de 2003 pela Warner Music e cercado de todos os cuidados. Houve um show de lançamento no Canecão (RJ) e uma turnê em outubro do mesmo ano. Cem mil cópias vendidas renderam ao álbum um disco de ouro, entregue em show, pela diretoria da Warner Music.

Diversas gravadoras se dispunham a contratar Maria Rita, inclusive a Trama, que pertence ao irmão João Marcelo. Maria Rita, outra vez, optou pela independência, buscando neutralizar possíveis comentários maldosos.

Gravado no Rio de Janeiro, o CD que teve a própria cantora como co-produtota, junto com Tom Capone, foi o oitavo mais vendido em Portugal, onde ganhou o disco de ouro.

“Maria Rita” é um CD com 13 músicas escolhidas criteriosamente para dar uma linha ao trabalho. Proposital foi fugir de super produções e apostar em arranjos econômicos, mas de bom gosto. Parcerias consagradas como as de Milton Nascimento e Fernando Brant ou mais recentes como as de Rita Lee e Zélia Duncan, são alguns dos destaques do disco, que somou mais de 600 mil cópias vendidas, incluindo as vendas do DVD.

Seguindo o sucesso alcançado no primeiro disco, “Segundo”, foi lançado em 2005. O disco foi co-produzido por Maria Rita e Lenine e traz, além de inéditas, uma regravação de “Minha Alma”, do grupo O Rappa, com quem dividiu o palco na gravação de “Rodo Cotidiano”, para o DVD “Acústico MTV” da banda.

O DVD “Segundo ao Vivo” é o mais recente trabalho da cantora e reúne canções e ‘making of’ do show “Segundo”.

Tá perdoado



Conversa de Botequim (Som Brasil)



encontros e despedidas

Bobby McFerrin





BIOGRAFIA

McFerrin nasceu no dia 11 de março de 1950 em New York. Esse genial cantor possui a habilidade de produzir sons rítmicos enquanto inala o ar para fazer os seus vocais em vôos de grande criatividade.

Pelo fato de alternar falsetto rapidamente com profundas notas graves, McFerrin pode soar como se fosse dois ou três cantores. Seus reflexos rápidos aliados a um profundo conhecimento dos estilos musicais faz com que suas performances de solista sejam inesquecíveis, além de um grande entretenimento.

A despeito disso tudo, a carreira de Bobby McFerrin ainda não explorou todo o seu potencial. Filho de cantores de ópera, McFerrin foi treinado para ser pianista, mas em 1977 ele se decidiu pelo canto. Ele trabalhou durante algum tempo com Jon Hendricks e realizou sua primeira gravação para o selo Elektra Musician em 1982.

No ano seguinte ele começou a realizar apresentações como solista desacompanhado e em 1984 realizou o álbum "The Voice" que até hoje é considerado como o melhor. Em 1988 McFerrin teve um grande sucesso com "Don't Worry, Be Happy" e ele ficou embaraçado com seu inesperado sucesso comercial, ganhando até o Grammy.

Depois, ele manteve o seu low profile, conduzindo orquestras clássicas, criando o conjunto "Voicestra" com outros cantores e gravando de forma irregular para os selos EMI e Blue Note.

Desse período se destaca o feliz encontro que teve com Chick Corea, retomando seu estilo performático no jazz. Bobby McFerrin é ainda um grande nome no jazz vocal, mas ainda não se tornou uma grande influência à altura do seu talento.

Na metade dos anos 90 em diante, McFerrin realizou várias gravações para o selo Sony, só retornando para a Blue Note em 2002 quando lançou seu último álbum, "Beyond Words".



Yo-Yo Ma &Bobby McFerrin




Air. J.S. Bach



Ave Maria

“Amor de mãe”


Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.
Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.
Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.
Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.

Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.
Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.
Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.
Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.

Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débito
Vibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.
Essa doce fera vive pra proteger sua prole.
E se um deles se ferir, não há o que a console.

Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.
Com a força de uma leoa, ela defende os seus.
Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.
Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.

A arte de ser alguém



A solidão e a invisibilidade do ser caminham de mãos dadas. Sozinho é aquele que não aparece para os outros, que tem medo até de se olhar no espelho porque a própria imagem aparece como uma companhia inexistente.

Há pessoas que passam a existência em busca de aprovação, sem realmente estar nessa busca e sentem-se sempre como uma pálida cor no quadro da vida.

Elas querem ser vistas, amadas, apreciadas, mas não saem do lugar, ficam sempre à espera que um reconhecimento haja.

Mas o que torna uma pessoa visível ou invisível aos olhos dos outros? Ninguém precisa ser importante no sentido de possuir coisas ou ser um ser extraordinário para que possa ser visto ou amado. Não são as outras pessoas que nos tornam visíveis ou invisíveis, solitários ou cerdados de pessoas, somos nós.

Quando damos de nós, vamos deixando pedacinhos do nosso eu nos outros, de maneira que vamos nos tornando presentes e inesquecíveis. As pessoas sempre querem se aproximar daquilo que lhes faz bem, que é positivo, estão sempre voltadas para aquilo que vai valorizá-las de alguma forma.

Quem reclama que não se sente amado, não se sente procurado, que acha que passa pela vida como uma forma vazia e sem importância, deveria ver o mundo pelo outro lado da janela, de fora para dentro.

Faça o contrário, aja, ame, torne-se alguém pelo menos para alguém, seja aquilo que você gostaria que os outros vissem em você. Ninguém deve ter o poder de nos transformar, nós devemos ter o poder e a possibilidade de trabalhar do nosso interior para o exterior. Somos nós que nos construímos ou nos destruímos, que aparecemos ou desaparecemos.

As pessoas vêm em nós o que parecemos a elas. Elas não nos fazem, a menos que permitamos. Nós nos fazemos!

Se sentimos essa necessidade de sermos queridos e apreciados, queiramos e apreciemos. É impossível esconder uma luz numa noite escura e, creiam, o mundo atual é para muitos uma noite escura e sem estrelas. Sejamos então uma luz. E as pessoas com necessidade disso virão a nós.

Estaremos assim cumprindo nossa missão, daremos o que precisam e recuperaremos em nós o que precisamos para nos sentir inteiros e saciados.

Embora as pessoas façam parte da nossa história, elas não a escrevem. Nós o fazemos, com todos os instrumentos que temos ou aqueles que nos inventamos.

As marcas dos nossos passos não podem ser deixadas que por nós mesmos

a arte de mandar alguém se fuder…

a arte de mandar alguém se fuder…
…por Angela Nunes.







Minha vida foi sempre pautada em críticas. Primeiramente pelas que sofria dos outros, por mais que me esforçasse, estudasse, fosse esperta, inteligente e sagaz, sempre era a filha/neta/prima/sobrinha/colega/amiga GORDA. Somente isso. Diziam sempre: É aquela gordinha ali, ó. Ok. Cresci sobre o signo da crítica, com a auto-estima baixa mas extremamente convencida do meu potencial, em suma um paradoxo ambulante de novo. Então, passei a ser também muito crítica comigo mesma e com os outros, mas sem nunca hostilizar ninguém ou expor ao rídiculo como faziam comigo. Com o passar do tempo, virou minha marca criticar e as pessoas passaram a me chamar de chata por conta disso. De vítima passei à vilã (que drama!). Então até quando não estou dizendo nada demais, as pessoas me acusam de ser crítica demais.

Mas a vida me ensinou uma coisa muito importante: não tenho paciência com os humanos. Logo: vá se fuder quem acha isso. E tenho dito. Se acharem ruim se fodam mais ainda.



Ai como é bom viver e ter liberdade pra mandar qualquer um se fuder, mesmo que isto vá significar que minhas festas sempre terão poucas pessoas. Afinal mandar se fuder é igual a impopularidade. E eu com isso? Vá se fuder. E pronto.

GEOVANA


Geo,

Hoje é um dia muito especial...
Você nem imagina a grande alegria que estamos
sentindo por compartilhar deste dia todo seu...
finalmente a data tão esperada chegou...
É hora de pensar no futuro, fazer planos,
deixar de lado as lembranças da infância e arquivá-las na memória...
Você está se tornando adulta, e isso mudará completamente sua rotina de vida...
para melhor...

Pois, a partir de agora, cada ano que passar você terá mais maravilhas para viver...
E, nesta data especial, queremos homenagiá-la de forma bem diferente...
bem alegre, desejando tudo de sublime em seu aniversário...

Parabéns por esta passagem bonita da sua vida...
Parabéns pelos quinze anos de vida...
o dia que nunca será esquecido por você e nem por nós...

Parabéns...
seja muito feliz...
N.E.O.Q.E.A.V
UM BEIJO CARINHOSO DE SUA MADRINHA

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Maysa Matarazzo




BIOGRAFIA

Maysa Matarazzo, também conhecida como Maysa Monjardim, era membro de uma rica e tradicional família do Espírito Santo - aluna interna no Colégio Sacré Coeur de Marie, de onde saiu com 18 anos para casar com o milionário paulista André Matarazzo - um dos herdeiros da família Matarazzo - sistema Matarazzo (milionários industriais paulistas descendentes do Conde Matarazzo), 20 anos mais velho. O envolvimento com a música veio bem antes, pois desde a adolescência já gostava de cantar em festas familiares, compôr algumas músicas (aos 12 anos compôs o samba-canção “Adeus”), além de tocar piano.



Depois de casada, cantava raramente em festas de amigos da alta sociedade paulista. Em 1956, já grávida de seu único filho, Jayme (que se tornaria o diretor de novelas da Rede Globo e da Rede Manchete), conheceu o produtor Roberto Côrte-Real após ser recusada Pela CBS, e ele, encantado com sua voz, quis contratá-la imediatamente para gravar um disco. Maysa pediu então que ele esperasse o nascimento de seu filho. Quando este completou um ano de idade, o produtor Roberto Côrte-Real convenceu o empresário José Scatena a ampliar os negócios da RGE, que passava assim de estúdio de gravação de jingles para se tornar um selo do mercado de discos. A cantora gravou o primeiro disco, lançado a 20/11/56, para se tornar uma das mais importantes gravadoras brasileiras. Por razões pessoais, não quis que seu disco fosse o primeiro a ser lançado pela RGE e, ao invés da numeração 001, seu disco “Convite para ouvir Maysa” saiu com o número 013, no final de 1956. Esse disco, um 10 polegadas com quatro faixas de cada lado, trazia somente composições suas (música e letra) com arranjos do maestro Raphael Puglielli. Entre essas 8 canções estavam “Meu mundo caiu”, “Adeus”, “Marcada”, “Rindo de mim” e “Resposta”, que seria 18 anos depois lembrada por Maria Bethânia em seu espetáculo gravado ao vivo no Teatro Casa Grande, “A Cena Muda”.


O sucesso de seu primeiro disco, que a lançou também como compositora de prestígio, provocou uma grande crise no casamento. Seu marido, André Matarazzo, insistia para que ela doasse toda a renda das vendas do disco à campanha contra o câncer. Até que, depois de 2 anos de casamento, Maysa e André Matarazzo se separaram. O fim do casamento abalou profundamente a cantora, levando-a à depressão, e isso acentuou ainda mais o tom melancólico e triste de suas composições reconhecidas como “músicas de fossa”. A partir dessa época, começou a ter problemas com bebida e se envolver em casos amorosos explorados pela mídia. Depois do sucesso de seu primeiro disco, participou intensamente de programas da TV Record e de vários “shows” em boates (Oásis e Cave), tendo sido bastante incentivada pelo empresário Jordão de Magalhães. Segundo José Scatena, dono da RGE, a cantora “era terrivelmente temperamental e tornava-se quase impossível selecionar as músicas que deveria gravar. Ela impunha sua vontade”. Em 1957, chegou a ter um programa exclusivo na TV Record. Em 1960, transferiu-se para o Rio de Janeiro a convite de Ronaldo Bôscoli, com quem namorou, para estrear um programa de TV e gravar um disco. No mesmo ano, lançou o LP “O Barquinho”, pela Columbia, com “O Barquinho”, “Ah! se eu pudesse” e “Nós e o mar” (todas de biografia Ronaldo Boscoli e Roberto Menescal). O disco tornou-se um marco da bossa nova, tendo o acompanhamento de músicos que mais tarde seriam o embrião do famoso Tamba Trio (Luís Eça, Hélcio Milito e Bebeto Castilho), além de Roberto Menescal. Com o sucesso do disco, excursionou pelo Brasil em longa turnê, chegando a apresentar-se na Argentina e no Uruguai. Entre 1961 e 1965, apresentou-se no Olympia, de Paris, França, no Blue Angel, de New York, E.U.A., e em Estoril, Portugal, onde conheceu o advogado e industrial espanhol Miguel Azanza, com quem casou.


Depois de se casar, fixou residência na Espanha, vindo ao Brasil esporadicamente. Enquanto isso, eram lançados no Brasil seus LPs Maísa canta sucessos (RGE, 1962), com as músicas Estou pensando em ti (Raul Sampaio e Benil Santos), A canção dos teus olhos (Pernambuco e Antônio Maria) e Ri (Luís Antônio), entre outras; Os grandes sucessos de Maísa (RGE, 1963), com uma coletânea de gravações anteriores, como Ouça e Meu mundo caiu; e Voltei (RGE, 1963), incluindo Meditação (Tom Jobim e Newton Mendonça), Alguém me disse (Jair Amorim e Evaldo Gouveia) e Solidão (Antônio Bruno). Em 1964, numa de suas visitas, participou de um programa com Sérgio Porto, na TV Record. Em plena febre de festivais de música, participou com sucesso do Festival Internacional da Canção (FIC), interpretando “Dia de rosas”, de Luís Bonfá e M. H. Toledo. Nos anos seguintes, as etiquetas RCA e Elenco lançaram mais dois LPs, ambos com o título Maysa, trazendo entre outras as músicas Ne me quittez pas (Jacques Brel) e Tristeza (Haroldo Lobo e Niltinho), e Bom-dia, tristeza (Adoniran Barbosa e Vinícius de Morais), Demais e Dindi (ambas de Tom Jobim e Aluísio de Oliveira). Em 1969, retornando ao Brasil, fundou com o segundo marido a Guelmay, uma empresa destinada a produzir seus programas e discos.


Ainda nesse ano, realizou show no Canecão do Rio, gravado e lançado em LP (”Canecão apresenta Maysa”), tendo depois seguido para São Paulo, onde foi apresentado no restaurante Urso Branco, e gravado com o título Canecão apresenta Maysa (Copacabana, 1969), com as músicas Se você pensa (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim e Vinícius de Morais), entre outras. Em 1970 lançou pela Philips o LP Ando só numa multidão de amores, com as músicas Molambo (Meira e Augusto Mesquita), Chuvas de verão (Fernando Lobo) e Que eu canse e descanse (Marcos Vale e Paulo Sérgio Vale). Separada de Azanza, no início da década de 1970, passou a dedicar-se também ao teatro e à televisão. Participou da novela “O Cafona”, da TV Globo (1971), compondo inclusive o “Tema de Simone”, personagem central da história. Participou ainda da novela “Bravo”, também da TV Globo (1974), ao lado do então namorado e galã Carlos Alberto. Depois teve um romance com o maestro Júlio Medaglia. Em 1976, “Meu mundo caiu” voltou ao sucesso ao ser incluída na trilha sonora da telenovela “Estúpido Cupido “, de Mário Prata, produzida pela TV Globo.


Em janeiro de 1977, faleceu em um trágico acidente de automóvel na ponte Rio-Niterói, aos 41 anos, quando se dirigia ao município de Maricá, onde tinha uma casa, plantada nas areias, ao lado das residências do ator Carlos Alberto e do crítico Ricardo Cravo Albin. Foi precisamente dirigindo-se à casa desse último que sofreu (numa manhã de Sábado ensolarada) o desastre de carro que a vitimou - Morte Maysa Matarazzo. Roberto Côrte-Real, afirmou, em 1977, que “os grandes sucessos de Maysa ressoam até hoje em nossos ouvidos marcando umas das fases mais bonitas da música popular brasileira”. Meses após a morte da cantora, a RGE reuniu seus principais sucessos no álbum duplo “Para sempre Maysa”, incluindo sua antológica gravação para “Chão de Estrelas”, de Sylvio Caldas e Orestes Barbosa. Até então, somente o próprio Sylvio Caldas havia gravado esse marco da canção brasileira. A cantora que chegou a ser chamada de “A condessa descalça” em palcos internacionais, por sempre tirar os sapatos para cantar, também aparece na coletânea póstuma num dos lados inteiramente dedicados às suas gravações de canções estrangeiras, como “Un jour tu verrás”, de Mouloudji , “I Love Paris”, de Cole Porter, “Quizas, Quizas, Quizas”, de Oswaldo Farres e “Besame Mucho”, de Consuelo Velasquez. O álbum reunia também as suas interpretações para dois clásicos de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes: “Eu não existo sem você” e “Se todos fossem iguais a você”.


Em 2000, Marcus Viana musicou um poema inédito da cantora Maysa, “La enorme soledad”, cuja gravação, feita pela cantora Paula Santoro foi incluída com sucesso na trilha da minissérie “Aquarela do Brasil”, produzida pela TV Globo. Em 2001, a mesma emissora de televisão escolheu para a abertura da minissérie “Presença de Anita”, escrita por Manoel Carlos, a gravação de “Ne me quites pas”, sucesso do compositor e cantor Jacques Brel




Fantástico - MAYSA QUANDO FALA O CORAÇÃO [ESPECIAL]



Chuvas de Verão



Chao de Estrelas

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

BETO GUEDES










BIOGRAFIA

A música e os aviões sempre tiveram muito em comum na vida de Beto Guedes. Quando pegou num instrumento ela primeira vez - aos oito anos, em Montes Claros (MG), sua cidade natal - ele não seria capaz de adivinhar que um dia voaria tão alto na carreira de músico. E nem que conseguiria pisar num avião de verdade - seu medo de voar contrastava com a obsessão por aeromodelismo. O tempo livre de Beto sempre foi dividido entre os aviõezinhos de brinquedo e a paixão pelos instrumentos herdada do pai, Godofredo Guedes, músico e compositor, responsável pela maioria dos bailes e serestas de Montes Claros.

O gosto pela música estava diretamente ligado aos Beatles. Em 1964, aos 12 anos, quando o quarteto de Liverpool já era febre no mundo inteiro, Beto, morando em Belo Horizonte, juntou-se aos vizinhos para formar o grupo, The Bevers (com repertório dedicado aos Beatles, obviamente). Os vizinhos, no caso, eram os irmãos Márcio, Yé e Lô Borges. A Beatlemania durou toda a adolescência e ainda incluiu um outro grupo, Brucutus, que animava festinhas durante as férias em Montes Claros. No final da década, mais amadurecidos, Beto e Lô começaram a compor e participar de festivais. Em 1969, quando foram ao Rio participar do Festival Internacional da Canção com a música "Feira Moderna", bateram na porta do conterrâneo Milton Nascimento. A acolhida de Milton não poderia ter sido mais proveitosa. A amizade e a admiração profissional mútua fizeram com que ele convidasse Beto Guedes para participar do antológico LP "Clube da Esquina", de 1971. Tocando baixo, guitarra, percussão e fazendo vocais, Beto começava a ganhar projeção junto com uma turma talentosa, que incluía nomes como Wagner Tiso, Ronaldo Bastos e Toninho Horta.

A safra de novos músicos mineiros era completada por Flávio Venturini, Sirlan, Vermelho, Tavinho Moura, entre outros, que Belo foi encontrar quando decidiu voltar a BH. As gravadoras passaram a abrir os olhos e em 1973 a Odeon resolveu bancar o LP "Beto Guedes/Danilo Caymmi/Novelli/Toninho Horta". A Beto, coube um quarto do disco. Não era muito, mas para ele, era o suficiente. Perfeccionista e naquela altura ainda muito inseguro, não conseguia acreditar no valor de suas músicas, embora a gravadora já lhe acenasse com ofertas para gravar um disco solo.

Quatro anos foi o tempo necessário para que criasse asas próprias. Em 1977, ele finalmente levantou vôo, a bordo do LP "A Página do Relâmpago Elétrico". O título foi sugestão do parceiro Ronaldo Bastos, depois que este viu no álbum de um colecionador de fotos de aviões da 2ª guerra, uma imagem do avião "Relâmpago Elétrico". Tá na cara que Beto, fanático por aviõezínhos de brinquedo, adorou a sugestão. O disco, que tinha a colaboração de vários amigos mineiros, chamou a atenção por revelar seus dotes como cantor, já que até então, ele era conhecido apenas pela versatilidade de multiinstrumentista. O tímido sucesso das músicas "Lumiar" e "Maria Solidária" foi suficiente para que o disco chegasse às 21 mil cópias vendidas, três vezes mais do que calculava a gravadora.

Mal sabiam eles, que "Lumiar" viraria um dos hinos da juventude cabeluda paz-e-amor e pró-natureza. E que Beto seria um dos ídolos dessa geração, principalmente após o lançamento de seu segundo álbum, "Amor de Índio". A faixa-título, dele e de Ronaldo Bastos, integrava o espírito de todo o disco. Versos como "A abelha fazendo o mel/Vale o tempo em que não vôou" ou "Todo dia é de viver/Para ser o que for/E ser tudo", segundo Beto, expressavam o lado primitivo e puro que ainda havia em cada uma das pessoas, como um canto de louvor à vida.

Quando lançou seu terceiro disco, "Sol de Primavera", em 1980, já tinha uma legião de fãs no eixo Rio-São Paulo. Mas nunca abandonou a mineirice que se tornara sua marca registrada. Botava o pé na estrada - de carro, porque não perdia o medo de voar - , mas continuava morando em Belo Horizonte, onde tinha a tranqüilidade para se dedicar aos brinquedinhos voadores e às novas composições. Era na janela, esperando o anoitecer que as idéias surgiam. E amadureciam tanto, que seus álbuns demoravam no mínimo dois anos para sair. O quinto deles, "Viagem das Mãos", de 1984, foi um marco em sua carreira. Àquela altura, Beto Guedes já era um artista de primeira linha, com vendagens oscilando entre 50 e 60 mil cópias e uma marca sonora registrada. Mas este álbum trazia a canção que, junto com "Amor de Índio", seria o maior sucesso de sua carreira: "Paisagem da Janela", de Lô Borges e Fernando Brant. Ao mesmo tempo, representava o estouro nacional do compositor, que naquele momento superava o medo de voar e, pasmem, já cogitava pilotar um ultraleve construído por ele mesmo!

A viagem de Beto alcançara as alturas, e o ápice acabou sendo "Alma de Borracha", que, lançado em 1986, finalmente lhe rendeu um Disco de Ouro e o reconhecimento no exterior. O título do disco (tradução de "Rubber Soul") homenageava os Beatles, enquanto o repertório trazia uma grata surpresa: a faixa "Objetos Luminosos", primeira parceria com seu mentor e padrinho musical Milton Nascimento. O Rio de Janeiro - cidade onde fez shows antológicos e sempre teve recepção calorosa do público - foi o local escolhido para a gravação de um disco ao vivo, no final de 1987.

Ao todo, foram cinco anos longe dos estúdios. Em 1991, Beto Guedes voltou a gravar. Com a meticulosidade de sempre, ele cuidou de cada detalhe de "Andaluz", seu oitavo disco e último contrato com a EMI-Odeon. Um disco em que o uso de sintetizadores dava um chega pra lá em alguns instrumentos barrocos tão utilizados pelo compositor em trabalhos anteriores. No ano seguinte, era de se esperar que Beto caísse na estrada mais uma vez. Mas ele preferiu trocar o violão pelo macacão de mecânico e passou a dedicar cada vez mais à sua paixão por aviões, só que construindo um monomotor de verdade. Foram mais sete anos restritos a shows esporádicos e muita reflexão.

Até que, lá no alto, sobrevoando os céus de Minas, ele sentiu a sensação de quem venceu o medo de um desafio e se tornou dono de seu próprio destino. Olhou para o futuro e viu, no horizonte infinito, música. Os versos já estão escritos. Mineiramente, Beto Guedes está de volta.

Marcelo Janot


Sol De Primavera



o sal da terra




da janela lateral

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Steve Balsamo





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Jesus Christ Superstar



Immortal



Freudiana - Don't Let The Moment Pass




Freudiana


Alceu Valença



Biografia

Nascido em Pernambuco, cresce ouvindo música brasileira nos alto-falantes da feira da cidade, e aos 4 anos participa de um concurso infantil, interpretando Capiba.

Nos anos 50 vai com a família para Recife, e mais tarde se envolve em atividades político-estudantis. Participa de festivais no final da década de 60, e em 1970 se forma em Direito, exercendo a profissão por apenas alguns meses.

Participou do Festival Universitário da TV Tupi com Geraldo Azevedo, com quem gravou seu primeiro LP, em 1972 e ganhou projeção participando do Festival Abertura, da TV Globo, em 75, com "Vou Danado Pra Catende".

O sucesso mesmo aconteceu a partir de 80 com as músicas "Tropicana" (com Vicente Barreto) e "Coração Bobo".

Poeta e intérprete carismático, com uma obra que mistura as raízes nordestinas com o pop e o rock, já lançou mais de vinte discos, tendo suas músicas gravadas por outros intérpretes como Elba Ramalho ("Chego Já" e "Ciranda da Rosa Vermelha") e Maria Bethânia ("Na Primeira Manhã", "Junho" e "Tomara").

Eclético, apresentou-se tanto no Festival de Jazz de Montreux (Suíça) quando no Rock In Rio II, em 1991, tocando logo após o cantor funk Prince.

Nos anos 90, fez sucesso com canções como "La Belle de Jour" e "Tesoura do Desejo". Em 1996, o show "O Grande Encontro", com Alceu Valença, Elba Ramalho, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo, trouxe o artista de volta ao centro dos holofotes, que virou também CD, vendendo mais de 500 mil cópias.

Outros sucessos de Alceu: "Talismã" (Geraldo Azevedo/ Alceu Valença), "Papagaio do Futuro", "Como dois animais" (Alceu Valença), "Cavalo de Pau" (Alceu Valença), "Na Primeira Manhã" (Alceu Valença), "Anunciação" (Alceu Valença), "Solidão" (Alceu Valença), "Pelas ruas que andei" (com Vicente Barreto), "Estação da Luz", "Amor Covarde", "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença), "FM Rebeldia" (Alceu Valença), "Bicho Maluco Beleza" (Alceu Valença) e outros.

Em maio de 2003, Alceu grava no Rio de Janeiro “Ao vivo em todos os sentidos”, reunindo vários sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, recebe o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria "Melhor cantor regional", pelo CD "De Janeiro a Janeiro", em cerimônia realizado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Em 2005 lança seu 26º disco solo:“Na embolada do tempo”.

tu vens - anunciação - original



Morena Tropicana - Rock in Rio 1985


MARIA BETHANIA




Biografia


Nascida em Santo Amaro da Purificação (BA), cantava desde pequena, com outros da família, e pensava em ser atriz. Em 1960 foi para Salvador terminar os estudos, e passou a freqüentar o meio artístico, ao lado do irmão Caetano Veloso.

Três anos depois estreou na peça "Boca de Ouro", de Nelson Rodrigues, como cantora. Por essa época, Bethânia e Caetano conheceram outros músicos iniciantes: Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Alcivando Luz e outros. Esse grupo montou, em 1964, os espetáculos "Nós Por Exemplo", "Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova" e "Mora na Filosofia". Na ocasião, Bethânia foi ouvida pela musa da bossa nova, Nara Leão, que a convidou para substituí-la no espetáculo "Opinião", em cartaz no Rio de Janeiro.

Bethânia e Caetano foram para o Rio em 1965, e ela tornou-se conhecida por sua participação no "Opinião", interpretando "Carcará" (João do Vale/ José Cândido), que a marcou como cantora de protesto. Ainda no ano de 1965 gravou seus primeiros discos, um compacto e um LP, com sambas de Noel Rosa, Benedito Lacerda, e músicas de Caetano.

Depois de um breve retorno à Bahia, participou, em 1966 dos espetáculos "Arena Canta Bahia" e "Tempo de Guerra", ambos com direção de Augusto Boal. Também competiu em festivais e cantou em teatros e casas noturnas no Rio e São Paulo, tornando-se nacionalmente conhecida. Com mais de 30 discos gravados ao longo de sua carreira, dividiu shows e álbuns com Edu Lobo, Chico Buarque e participou do grupo Doces Bárbaros em 1976, ao lado de Caetano, Gil e Gal Costa.

Seu disco "Álibi", de 1978, foi o primeiro de uma cantora brasileira a vender mais de um milhão de cópias, alavancado pelos sucessos de "Negue" (Adelino Moreira/ Enzo Passos), "Explode Coração" (Gonzaguinha), "Ronda" (Paulo Vanzolini), "Sonho Meu" (Dona Ivone Lara/ Délcio Carvalho) e "Cálice" (Gil/ Chico Buarque). Em 86, lançou o LP "Dezembros", que destacava o bolero "Anos Dourados", de Tom Jobim e Chico Buarque.

Até meados dos anos 90, realizou discos mais intimistas, até que em 1994, voltou ao romantismo num disco só com músicas de Roberto e Erasmo Carlos ("As Canções que Você Fez pra Mim"). Em 96, lançou o CD "Âmbar", que se transformou no espetáculo "Âmbar - Imitação da Vida", no ano seguinte, um grande sucesso de público e virou álbum duplo. Em 1999 lançou o CD duplo "Diamante Verdadeiro", também ao vivo.

O ano de 2000 foi marcado por grandes concertos e encontros musicais; Bethânia apresentou-se ao lado do tenor italiano Luciano Pavarotti, em Salvador (Bahia); com Caetano Veloso no Pavilhão Atlântico em Lisboa (Portugal); e na noite de 31 de dezembro fez um show para mais de 200.000 pessoas com Gilberto Gil no Farol da Barra (Bahia/Salvador).

Maria Bethânia comemorou 35 anos de carreira em 2001, completados na verdade em 2000, (a data oficial de sua estréia profissional é 13 de Fevereiro de 1965, o dia exato em que subiu ao palco no show Opinião no Rio substituindo Nara Leão). E em dose dupla: o show de lançamento do novo álbum "Maricotinha" reuniria no dia 04 de Setembro no palco do Canecão, Rio de Janeiro, uma constelação de grandes nomes da MPB, como Chico Buarque, Caetano Veloso, e Gilberto Gil, prestando sua homenagem à diva. Em 2002, Maria Bethânia surpreendeu ao lançar "Maricotinha ao vivo" pela gravadora independente "Biscoito Fino". O sucesso alcançado pelo álbum duplo, que vendeu mais de 100 mil cópias, mostrou que ela não estava errada. Com 49 faixas, gravado no Directv Hall, em São Paulo, registra o show "Maricotinha", apresentado em inúmeras capitais brasileiras. Além do repertório do último disco, o show apresenta antigos sucessos na voz de Bethânia, como "Álibi" (Djavan), "Ronda" (Paulo Vanzolini), "Anos dourados" (Chico Buarque e Tom Jobim), "Festa" (Luiz Gonzaga Júnior) e "Opinião" (Zé Kéti), esta última, a música que lançou a cantora em 1965. Dirigido por Fauzi Arap, no espetáculo são recitados textos de Fernando Pessoa, Ferreira Goulart, José Vicente, Lya Luft, Sophia de Mello Breyner e Natália Correa. "Maricotinha ao vivo" foi lançado também em DVD, em 2003. Filmado na tradicional casa de espetáculos carioca, o Canecão, o DVD traz os videoclipes "A voz de uma pessoa vitoriosa", que mostra o Rio de Janeiro dos anos 60, e "Coração meu", vídeo composto por cenas fluviais e marinhas.

Antes do DVD "Maricotinha ao vivo", Maria Bethânia lançou o álbum "Cânticos, Preces, Súplicas à Senhora dos Jardins do Céu", em que homenageia Nossa Senhora. Neste compacto, a cantora reafirma toda sua religiosidade, presente em quase toda sua obra. Bethânia reafirmou sua independência em 2003.

Inaugurando seu selo "Quitanda" dentro da "Biscoito Fino", a cantora lançou "Brasileirinho". "Brasileirinho" superou as expectativas, conquistando crítica e público. Com participações especiais de Miúcha, Nana Caymmi, do grupo Tira Poeira, formado por cariocas, gaúchos e catarinenses, na música "Padroeiro do Brasil" (Ary Monteiro e Irany de Oliveira), e do grupo experimental mineiro Uakti na faixa "Salve as Folhas", o disco viaja pelos diversos brasis do interior. As faixas são intercaladas com intervenções poéticas de Ferreira Gullar, recitando "O Descobrimento", de Mário de Andrade, e de Denise Stoklos, que interpreta "O poeta.

No ano seguinte foi lançado o registro do show do disco "Brasileirinho", gravado ao vivo no Canecão, em DVD. O repertório extrapola o álbum e conta com 36 faixas, retomando as parcerias com Miúcha, Nana Caymmi, e com os grupos Uakti e Tira Poeira, que participam mais do espetáculo. Estão presentes também as intervenções poéticas feitas tanto por Denise Stoklos e Ferreira Gullar, como pela própria Bethânia. Nos "extras", um making of do espetáculo com entrevistas, além da versão exclusiva de "Trenzinho Caipira" e de versões em close de "Cigarro de Paia" e "Motriz".

Quase como continuação de "Brasileirinho", Bethânia produziu a homenagem "Namorando a Rosa", para Rosinha de Valença. Violonista, Rosinha teve grande participação na carreira de sucesso de Bethânia. Dirigiu seu espetáculo "Comigo me Desavim", em 1967, e gravou "Cheiro de Mato", álbum de 1976 que influenciou a obra da cantora baiana. O disco tem 13 músicas, com uma gravação de Rosinha de Valença e faixas interpretadas por Chico Buarque, Bebel Gilberto, Maria Bethânia, Yvone Lara, Delcio Carvalho, Yamandú Costa, Alcione, Martinho da Vila, Turíbio Santos, Joanna, Miúcha, Hermeto Pascoal e Caetano Veloso.

Em 2005, outra homenagem, desta vez mais pessoal, ao poeta Vinicius de Moraes. São 15 faixas nas quais Bethânia interpreta parcerias do "poetinha" com Antonio Carlos Jobim, Garoto, Chico Buarque, Carlos Lyra, Baden Powell, Toquinho, Adoniran Barbosa, Jards Macalé, além de uma versão de Caetano Veloso para "Nature Boy" (Eden Ahbez) e de um antigo registro de voz de Vinicius, recuperado por ela. O disco não deixa de ser uma retribuição de Bethânia à música "O mais-que-perfeito", de Vinicius e Macalé, que ratificou a generosidade visionária do poeta ante a geração de Bethânia, Caetano, Chico, Edu e do próprio Macalé.

Ainda em 2005, é lançado um DVD, “Tempo, tempo, tempo” (Biscoito fino), com imagens do show gravado em São Paulo, onde a cantora comemorou 40 anos de carreira. Além de canções imortais de Vinícius de Moraes, Bethânia recria os compositores mais marcantes de sua trajetória, como Chico Buarque e Caetano Veloso, num repertório definitivo na voz da mais influente intérprete da música brasileira.




JEITO ESTUPIDO DE TE AMAR



olhos nos olhos - chico buarque




Explode Coração

domingo, 4 de janeiro de 2009

A diferença entre o amor e amizade


Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare

A FELICIDADE PODE DEMORAR


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá
ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores
importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores
e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém
que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...

Luiz Fernando Veríssimo

Aprenda a sabedoria divina,


A sua irritação não solucionará problema algum...
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas...
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida...
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos...
O seu desânimo não edificará ninguém...
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade...
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você...
Não estrague o seu dia.
Aprenda a sabedoria divina,
A desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre...
Para o infinito bem!

Francisco Cândido Xavier

DIA DE MUDANÇA



Você é do jeito que é porque é assim que você quer ser. Se você realmente quisesse ser diferente, começaria um processo de mudança imediatamente".

Tudo o que você precisa para mudar é querer.

Nada acontece por acaso, tudo tem disciplina e esforço.

Sabe porque a maioria das pessoas fracassam em seus sonhos?

Não é por falta de capacidade, mas sim de compromisso.

O compromisso produz esforço regular e entusiasmo, e então gera recompensas cada vez maiores.

Nada cai do céu de mão beijada.

A Bíblia nos diz:

"Esforça-te e tem bom ânimo, estou contigo por onde quer que andares." Josué 1:6

Não adianta você ficar sentado esperando um milagre, antes, vá, faça alguma coisa.

Lute. Ore. Clame. Jejue.

Mande currículos, peça ajuda, mova-te, se a montanha não sair da frente, contorne-a, se o mar não se abrir, passe por cima.

Verefique na história da humanidade e veja se você conhece uma pessoa que tenha sido vencedora sem ser disciplinada.

A disciplina é a chama refinadora através da qual o talento se transforma em capacidade.

Roy Smith disse:

"Você produzirá muito mais se fizer uso do chicote contra si mesmo."

Disciplina mais compromisso fará de você o que a maoiria das pessoas nào poderá ter:

SUCESSO

Não fique só esperando as coisas do céu, pois Deus dá a vara, mas você tem que buscar a isca.

Quem sabe hoje você nào precisa tomar esta decisão.

A decisão de romper com tanta coisa que te faz mal, te fazer uma limpeza no teu guarda roupas, nas tuas gavetas, na tua alma, no teu coração, jogar fora aqueles sentimentos de tristeza, de angustia, de menosprezo, de mágoa, de ódio, de injustiça contra você, de parar de remoer o passado, de abrir mão do direito de fazer justiça, de colocar diante de Deus sua frustraçào por nào conseguir o que você queria.

Se você caiu, levante-se!

Se você perdeu, tente de novo.

Nunca é tarde para reconstruir, para recomeçar sua vida.

"Aquele que bem ordena o seu caminho, eu mostrarei a minha salvaçào." ( Sl 50.23 )

Nào deixe para amanhã.

Decida hoje.

Comece hoje.

Você vai vencer, se você aliar:

- DISCIPLINA
- COMPROMISSO
- BENÇÃO DE DEUS.

Ninguém vai te deter!
Pr Nilson Dias
JesusSite

Difícil ser transparente?


Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente? Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma,é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...

Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre,a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...

Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo! Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção... E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos.

Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado. Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar, doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos,nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós,mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!

Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar,agredir, acusar,criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando... pode parar, por favor?" .Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor... Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo,não desejar parecer tão invencível.

Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto, que consigamos docemente viver, sentir, amar... E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento. Seja transparente,apesar de todo o risco que isso possa significar.



Rosana Braga

UMA VIAGEM ESPIRITUAL NA DOÇURA DE UM OLHAR SILENCIOSO



Que você encontre o amor mais lindo dentro do seu próprio coração.
Que você ainda se encante com as coisas mais simples da vida.
Que você não se iluda com as luzes temporárias do mundo.
Que você veja seus filhos como presentes do Eterno.
Que você saiba tirar sábias lições de vida dos reveses.

Que você perdoe, mesmo que ninguém entenda.
Que nada possa afastá-lo de seus melhores propósitos.
Que você escute música e se sinta agradecido.
Que você veja cada dia como uma benção de luz e recomeço...
Que você não se esqueça de seus pais e honre-os com sua atenção.

Que você seja justo, sem jamais perder seu coração e sua canção.
Que você não se esqueça de quem lhe ajudou; gratidão é sabedoria.
Que você conserve seus amigos verdadeiros; eles são jóias de sua vida.
Que você não se apegue ao passado; há tanta coisa para aprender...
Que você segure seus filhos no colo, como o Eterno segura as estrelas.

Que você veja seu parceiro (a) como um presente da vida.
Que você ria, principalmente de si mesmo; alegria é fundamental!
Que você não tenha ódio em seu coração, pois isso empobrecerá sua canção.
Que você chore, se for preciso, mas que suas lágrimas sejam lindas.
Que você supere suas provas, com coragem e inteligência.

Que você abra seu coração para o amor, como a flor se abre para o sol.
Que você faça amor com luz nos olhos e gratidão pelo presente.
Que você não prenda quem quer ir embora.
Amor não é gaiola!
Que você beije alguém amado como os raios solares beijam as flores.
Que você se atreva ser você mesmo, mas, sem arrogância!

Que você jamais se esqueça de que há um Poder Maior em todas as coisas.
Que você converse com o Eterno, de coração a coração, sem dramas.
Que você olhe para a lua cheia, extasiado, como uma criança.
Que você ore, em espírito e verdade, sem medo de se abrir para o Céu.
Que você sinta o cheiro do café e se sinta cada vez mais vivo.

Que você tome um chá de olhos fechados e pense em algo bom.
Que você tenha a idade que seu espírito lhe disser, sem medo de rugas.
Que você não envelheça sem amadurecer; jamais deixe de rir de uma piada!
Que você se recicle, se areje, para não criar teias de aranha em sua vida.
Que você sempre trate bem a sua criança interior; criança é vida!

Que você sempre desconfie quando a música não o encantar mais.
Que você não perca tempo com fofocas e nem se exaspere com tolices.
Que você saiba valorizar pessoas de energia limpa e toques legais.
Que você perceba o perigo de ser tomado pela irritação descabida.
Que você se atreva a andar com um sol na cara e um grande amor no peito.

Que você não se engane com as aparências; há muita gente boa neste mundo.
Que você jamais ache que perdeu algo ou alguém; o Todo está em tudo!
Que você veja luz nessas linhas; a mesma luz que está em seu coração.
Que você não olhe raça, religião, sexo ou cultura; veja o Eterno em cada ser.
Que você escute alguma canção querida e se sinta muito bem.

Que você seja feliz, mesmo que ninguém entenda.
Então, que sua luz silenciosa siga... para abrir outras flores
por esse mundão de Deus, como deve ser.

Wagner Borges

Conquiste a Paz

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Deficiência

Deficiência
Deficiente é aquele que não consegue modificar a vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Células Tronco

Células Tronco

NOBREZA

NOBREZA

LIBERDADE

LIBERDADE
Porque a liberdade tem que ser uma conquista individual para depois se tornar um enorme plural...

LUNNA

LUNNA
UNA BELLISSIMA LUNA PIENA

Limitação

Limitação
Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: Quero é uma verdade inventada. Clarice Lispecto

OSHO

OSHO
"Cada um é único e incomparável. Você é apenas você mesmo: ninguém nunca foi como você e ninguém nunca será como você. E você também não precisa ser nenhum outro." OSHO

Como uma borboleta

Como uma borboleta
Mas o que realmente era preciso era pensamento positivo. Que poderia ser livre, bem aceita, e voar leve, por onde desejasse. Que pensasse em ser borboleta o tempo todo e tudo poderia ir mudando, até que, mais rápido do que ela imaginasse, ela sairia do casulo, como uma borboleta.

AMOR

AMOR
O ódio revela muita coisa que permanece oculta ao amor. Lembra-te disso e não desprezes a censura dos inimigos.

COLO DE MÃE É UMA DELICIA!

COLO DE MÃE É UMA DELICIA!

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