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Muitas qualidades, muitos defeitos, mas é no equilíbrio que se leva a vida em frente. Desistir nunca, o ceú é o limite, e mesmo depois temos o espaço.

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ENIA MELGAÇO

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MÂE ,VOCÊ É UNICA PESSOA NO MUNDO QUE MERECE ESTA HOMENAGEM...

Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débitoVibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.Essa doce fera vive pra proteger sua prole.E se um deles se ferir, não há o que a console.Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.Com a força de uma leoa, ela defende os seus.Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.


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ZANZA

MÃE

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Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você

MINHA ETERNA PAIXÃO

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QUEM TE ENSINOU A NADAR?

quinta-feira, 5 de março de 2009

SÍNDROME PÓS-PÓLIO POLIOMIELITE

O QUE SÃO AS SEQÜELAS PÓS-PÓLIO?
As seqüelas pós-pólio (SPP, Síndrome pós-pólio, efeitos tardios da Poliomielite) são os sintomas inesperados e freqüentemente restritivos, como fadiga incontrolável, fraqueza muscular, dores musculares e de juntas, desordens do sono, maior sensibilidade à anestesia, ao frio e à dor, bem como dificuldade de deglutição e respiração, que ocorrem cerca de 35 anos após o ataque do póliovírus em 75% dos paralíticos e em 40% de sobreviventes da pólio "não paralíticos". Há aproximadamente 2 milhões de sobreviventes da pólio na América do Norte e 20 milhões de sobreviventes da pólio no mundo todo. A existência da SPP tem sido documentada por artigos em muitas publicações médicas, incluindo The Journal of the American Medical Association, o American Journal of Physical Medicine and Rehabilitation e The New England Journal of Medicine.



O QUE CAUSA A SPP?
A SPP é causada por "abuso de excesso de uso" durante décadas. O póliovírus danifica 95% dos neurônios motores da base do cérebro e da medula espinhal, matando pelo menos 50% deles. Na prática, cada músculo no corpo é afetado pela pólio, pois são os neurônios de ativação do cérebro que mantêm o cérebro acordado e a concentração da atenção. Embora danificado, os neurônios remanescentes compensam o dano enviando "ramos" como linhas de telefone extras para ativar músculos que ficaram órfãos quando seus neurônios foram mortos. Esses ramos desenvolvidos, de neurônios danificados pelo vírus da pólio, agora estão falhando e morrendo pelo excesso de uso, causando fraqueza muscular e fadiga. O excesso de uso de músculos enfraquecidos causa dor muscular e das juntas, bem como dificuldade de respiração e de deglutição.



COMO A SPP É DIAGNOSTICADA?
Não há nenhum teste de diagnóstico para o SPP, nem mesmo o eletromiograma (EMG). A SPP é diagnosticada pela exclusão de todas as outras causas possíveis para os novos sintomas, inclusive a respiração anormal e o tremor muscular que, com freqüência, incomodam o sono dos sobreviventes da pólio, a tireóide lenta e a anemia. Outras patologias neurológicas ou musculares quase nunca são a causa dos sintomas da SPP.



A SPP OFERECE RISCO DE VIDA?
Não. Mas em razão da ativação dos neurônios no cérebro danificado os sobreviventes da pólio são extremamente sensíveis e necessitam de doses menores de anestésicos de gás e intravenosos e de medicamento sedativo. Os sobreviventes da pólio podem ter dificuldade para despertar da anestesia e podem ter problemas de respiração e deglutição, mesmo quando recebem uma anestesia dentária local.



A SPP É UMA DOENÇA PROGRESSIVA?
A SPP não é progressiva nem é uma doença. A SPP é causada pelo cansaço do corpo em fazer muito esforço tendo tão poucos neurônios ramificados danificados pelo vírus da pólio. Entretanto, os sobreviventes da pólio com fraqueza muscular não tratada perdem cerca de 7% de seus neurônios motores com excesso de funcionamento a cada ano.



HÁ TRATAMENTO PARA A SPP?
Sim. Os sobreviventes da pólio necessitam "conservar para preservar", conservar energia e parar com o excesso de uso e com o abuso de seus corpos para preservar sua capacidade. Os sobreviventes da pólio devem andar menos, usar os dispositivos de assistência necessários: aparelhos, bengalas, muletas, cadeiras de rodas. É preciso planejar períodos de descanso ao longo do dia e interromper as atividades antes do início dos sintomas. Da mesma forma, como muitos sobreviventes da pólio são hipoglicêmicos, a fraqueza muscular e a fadiga diminuem quando ingerem proteínas no café da manhã e quando fazem pequenas refeições de baixo teor de gordura e alto teor de proteínas durante o dia.



O EXERCÍCIO NÃO É A ÚNICA FORMA PARA FORTALECER OS MÚSCULOS FRACOS?
Não. Os exercícios de fortalecimento muscular aumentam o excesso de uso. O levantamento de peso e "sensação de queima" significam que os neurônios danificados pela pólio estão se extinguindo. Os sobreviventes da pólio normalmente não podem fazer exercícios com grande esforço para condicionamento cardíaco. O alongamento pode ser útil. Mas, seja qual for a terapia, ela não deve desencadear ou aumentar os sintomas da SPP.



O TRATAMENTO DA SPP É EFETIVO?
Sim. O pior caso é a estabilização dos sintomas da SPP quando os sobreviventes da pólio interrompem o abuso de excesso de uso. Muitos sobreviventes da pólio têm diminuição significativa da fadiga, da fraqueza e da dor quando começam a cuidar de si mesmos e todas as desordens de sono são tratadas. Entretanto, em virtude das experiências anteriores emocionalmente dolorosas relativas à invalidez, muitos sobreviventes da pólio têm grande dificuldade de cuidarem de si mesmos, de reduzir e, especialmente, de "parecer inválido" por pedir ajuda e pelo uso de dispositivos de ajuda às necessidades.



O QUE OS MÉDICOS, A FAMÍLIA E OS AMIGOS PODEM FAZER PARA AJUDAR?
Os sobreviventes da pólio têm passado suas vidas tentando agir e parecer "normais". Pelo uso de aparelhos foram deixados de lado na infância e a redução das tarefas diárias ostensivamente abundantes é assustadora e difícil. Assim, os amigos e a família precisam apoiar as mudanças de estilo de vida, aceitar as limitações físicas dos sobreviventes e de quaisquer novos dispositivos de ajuda às necessidades. Ainda mais importante, os amigos e a família precisam estar dispostos a assumir as tarefas físicas que os sobreviventes da pólio podem fazer mas não devem. Os médicos, amigos e a família precisam conhecer a causa e o tratamento da SPP e escutar quando os sobreviventes da pólio têm necessidade de conversar sobre como se sentem sobre a SPP e sobre as mudanças de estilo de vida. Mas os amigos e a família não devem assumir o controle da vida dos sobreviventes da pólio. Lembretes gentis ou pressões bem intencionadas não forçarão os sobreviventes da pólio a comer no café da manhã, a usar uma bengala ou descansar entre as atividades. Os sobreviventes da pólio precisam ser responsáveis pelo cuidado de seus corpos e pedir ajuda quando necessitam.



SÍNDROME PÓS-PÓLIO POLIOMIELITE


A Poliomielite foi um dos maiores flagelos da população de todo o mundo neste século, não apenas pelas diversas vidas abreviadas por sua causa, mas porque criou uma população de crianças e adultos jovens com seqüelas e incapacidades variadas. Sua distribuição foi global, tendo apresentado epidemias de grande monta em todos os continentes independentemente do grau de desenvolvimento social e econômico.

O vírus da poliomielite é de distribuição universal, não existe animal que desenvolva o quadro de infecção ou que sirva de reservatório, assim, tudo indica que o homem é seu único hospedeiro. A infecção ocorre por via oral, quando da ingestão de água ou alimentos contaminados. A transmissão é mais comum nas regiões de pior controle sanitário, estando claramente associada, nos dias de hoje, às condições sanitárias locais e ao nível sócio-econômico. A vacinação em massa se mostrou como um método eficaz de erradicação da doença na América, onde a transmissão inexiste desde 1994.

A infecção aguda pelo vírus da poliomielite pode se manifestar desde quadros assintomáticos, passando por quadros gripais, intestinais, meningite asséptica e sua forma paralítica aguda. A paralisia causada pela poliomielite é, caracteristicamente, assimétrica, flácida e pode acometer centros bulbares de controle da respiração, causando insuficiência respiratória. Cerca de 1% das infecções pelo vírus resultam em quadro paralíticos agudos.

Após a instalação do quadro paralítico, a evolução da doença é para uma recuperação natural da força num período de 2 anos. O que se observa neste período é um gradativo aumento da capacidade funcional, particularmente em membros inferiores, sendo comum os pacientes que deixam de lado o uso de órteses e outros métodos de auxílio à marcha. Essa fase de recuperação é seguida de estabilidade funcional, na qual o paciente não nota ganho ou perda frente a suas incapacidades.

PÓS-PÓLIO

Desde o século passado existem relatos de pacientes com antecedentes de poliomielite que após o período de estabilidade desenvolvem nova fraqueza no membro afetado e, eventualmente naqueles membros não acometidos. Em meados dos anos 70, pacientes vitimados pela poliomielite começaram a notar que essa nova fraqueza não era uma curiosidade médica, mas sim um achado freqüente e cunharam o termo Síndrome Pós-Pólio para definir esse novo conjunto de sintomas tardios da doença.

Logo após a descrição da doença, uma grande leva de pacientes com sintomas diversos começou a surgir, criando alguma confusão quanto ao que seria realmente essa nova síndrome.

A definição atual da síndrome pós-pólio inclui alguns critérios diagnósticos:

quadro prévio de poliomielite

período de estabilidade funcional de ao menos 15 anos

nova fraqueza em membro previamente acometido ou não

fadiga

dor no aparelho locomotor

ausência de outras doenças que expliquem a ocorrência dos sintomas

ORIGEM DA SÍNDROME

Sabe-se atualmente que a origem dessa nova fraqueza e fadiga não se devem a uma reativação viral, mas sim à uma sobrecarga dos músculos e nervos relacionados ao segmento do corpo que foi acometido pela paralisia. Assim, por exemplo, um paciente que ficou com fraqueza na coxa direita e não consegue estender seu joelho direito de forma adequada, mas continua andando sem aparelhos ou bengalas está mais propenso a desenvolver fadiga local e nova fraqueza.

A dor articular é explicada pelo desarranjo de forças musculares e sobrecarga local que ocorre em virtude de suas tentativas de compensação. O paciente pode apoiar-se sobre um membro de forma inadequada ou realizar movimentos anômalos, causando tensão nas articulações e músculos, que se tornam fontes de dor.

A fadiga é explicada pela dor, a fraqueza, tipos de personalidade e acometimento de certas estruturas do sistema nervoso central que são responsáveis pela atenção e concentração.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico desta síndrome é clínico, ou seja, não existe exame laboratorial que comprove o que o paciente tem. O médico deve tomar como base apenas os relatos do paciente de perda de força e fadiga.

TRATAMENTO

O tratamento da síndrome pós-pólio deve ser multidisciplinar. Ao médico cabe o diagnóstico da síndrome e o tratamento de doenças associadas que podem estar complicando o quadro (respiratórias, cardíacas, anemia entre outras), a prescrição de órteses, e medicamentos que possam melhorar a capacidade funcional também são da sua responsabilidade, assim como o acompanhamento da evolução do paciente.

O controle da dor pode ser realizado por uso de calor, frio, correntes elétricas e medicamentos, mas a fisioterapia incluindo exercícios físicos de alongamento é fundamental.

A terapia ocupacional, instruindo técnicas de economia de energia, é de grande valia para evitar fadiga. O condicionamento físico, seja por natação, caminhadas ou bicicleta ergométrica também aumenta a capacidade funcional do paciente.

Finalmente, é fundamental deixar claro para o paciente que uma nova estruturação de horários e tarefas diárias é necessária, com o fim de reduzir seu gasto de energia. Períodos de repouso são recomendados no meio da manhã e da tarde, e uma parada para dormir é indicada após o almoço.

O tratamento deve ser sempre complementado com outras formas de redução do gasto energético, tais como uso de bengalas e muletas, aparelhos ortopédicos e locomoção com veículos motorizados.

Observa-se que o segmento desses princípios de tratamento resulta em ganhos funcionais satisfatórios, mostrando que mesmo este efeito tardio da poliomielite pode ser compensado, quando bem estudado do ponto de vista clínico.

A síndrome pós-pólio é um exemplo de que a incapacidade adquirida não deve ser encarada nunca como algo estável e imutável. O envelhecimento e o avanço de deformidades deve ser sempre seguido por um profissional médico de reabilitação com o objetivo de antever essas complicações e tratá-las antes que surjam de forma efetiva.

Texto produzido pela DMR-Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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