Quem sou eu

Minha foto
PARÁ DE MINAS, MINAS GERAIS, Brazil
Muitas qualidades, muitos defeitos, mas é no equilíbrio que se leva a vida em frente. Desistir nunca, o ceú é o limite, e mesmo depois temos o espaço.

Mais Você-Ana Maria

Mais Você-Ana Maria

N.E.O.Q.E.A.V

N.E.O.Q.E.A.V
NUNCA ESQUEÇA O QUANTO EU AMO VOCE


MINHA MÃE ENIA

ENIA MELGAÇO

ENIA MELGAÇO

MÂE ,VOCÊ É UNICA PESSOA NO MUNDO QUE MERECE ESTA HOMENAGEM...

Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débitoVibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.Essa doce fera vive pra proteger sua prole.E se um deles se ferir, não há o que a console.Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.Com a força de uma leoa, ela defende os seus.Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.


UM BEIJO CARINHOSO DE SUA FILHA
ZANZA

MÃE

MÃE
Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você

MINHA ETERNA PAIXÃO

MINHA ETERNA PAIXÃO

QUEM TE ENSINOU A NADAR?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Palavras De Silencio


présente
Há algumas coisas que são lindas demais para serem descritas por palavras. É necessário admirá-las em silêncio para apreciá-las em toda a sua plenitude.
As grandes falas servem, freqüentemente, para confundir ou doutrinar. Às vezes, o silêncio é mais esclarecedor que um fluxo de palavras. Olhe para uma mãe diante do seu filho no berço. Ele consegue muito bem tudo o que quer sem dizer nenhuma palavra.
Na realidade, as palavras devem ser a embalagem dos pensamentos. Não adianta fazer longos discursos para expressar os sentimentos de seu coração. Um olhar diz muito mais que um jorro de palavras.
Creio que, em sua grande sabedoria, a natureza nos deu apenas uma língua e dois ouvidos para escutarmos mais e falarmos menos.
Se as palavras não são mais bonitas do que o silêncio, então é preferível não dizer nada. Quanto mais o coração é grande e generoso menos úteis são as palavras.
É necessário lembrar do provérbio dos filósofos: as verdadeiras palavras não são sempre bonitas e as palavras bonitas nem sempre são verdades.
As grandes mentes fazem com que, em poucas palavras, muitas coisas sejam ouvidas. As mentes pequenas acham que têm, pelo contrário, a concessão para falar e não dizer nada.
Poucas palavras são necessárias para expressar “eu gosto de você.” Portanto, todas as outras que poderiam ser ditas são supérfluas...
...e não são palavras curtas e fáceis de serem ditas. São aquelas que causam as maiores conseqüências.
São necessários apenas dois anos para que o ser humano aprenda a falar e toda uma vida para que ele aprenda a ficar em silêncio.
Ser comedido com as palavras é uma prova de profunda sabedoria. Saber ouvir também.
Texte et création Florian Bernard florianb@videotron.ca Franz Schubert - Sérénade - Richard Abel - piano



quarta-feira, 27 de maio de 2009

Despedida de um gênio






DESPEDIDA DUM GÉNIO L'Arc de Triomphe Et oui, cette place est déserte parfois ... très tôt le matin !
Gabriel Garcia Marquez retirou-se da vida pública por razões de saúde: cancro linfático. Agora, parece que está cada vez mais grave. Chevet de Notre Dame de Paris depuis le Quai d'Orléans
Enviou uma carta de despedida aos seus amigos, e graças à internet está sendo difundida pelo mundo. Le Pont des Arts au petit matin
Recomendo a sua leitura, porque é verdadeiramente comovedor este curto texto escrito por um dos latinoamericanos mais brilhantes dos últimos tempos. La Concièrgerie depuis le pont au Change
“Se por um instante Deus se esquece-se de que sou uma marioneta de trapos e me presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que pudesse.” Place de la Concorde, au crépuscule…
Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo. Place de la Concorde au petit matin
Daria valor às coisas, não por aquilo que valem, mas pelo que significam. Paris depuis le Quai du Louvre
Dormiria pouco, sonharia mais, porque entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Façade du Quai de Bourbon & son reflet
Andaria quando os demais se detivessem, acordaria quando os demais dormissem. . Fontaine Médicis, Jardin du Luxembourg
Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, deitava-me ao sol, deixando a descoberto, não sómente o meu corpo, como também a minha alma. Paris depuis le Pont des Arts au lever de lune
Aos homens, eu provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de se enamorar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se enamorar.. Le parvis du Forum des Halles
A um menino eu daria-lhe asas, apenas lhe pediria que aprendesse a voar. . L'Hôtel de Ville de Paris
Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com o esquecimento. Le Pont Neuf Black & white
Tantas coisas aprendi com Vós homens…. Aprendi que todo o mundo quer viver no cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa. L'Institut de France
Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre. L'Institut de France & le Pont Neuf depuis le Pont des Arts
Aprendi que um homem só tem direito a olhar o outro de cima para baixo, quando está a ajudá-lo a levantar-se. Depuis le Pont des Arts au petit matin
São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa, infelizmente estarei morrendo. Jardin du Luxembourg
Sempre diz o que sentes e faz o que pensas. Bras de la Seine depuis l'Ile Saint Louis
Supondo que hoje seria a última vez que te vou ver dormir, te abraçaria fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião da tua alma. Le Pont Neuf le jour
Supondo que estes são os últimos minutos que te vejo, diria-te “Amo-te” e não assumiria, loucamente, que já o sabes. Façade de la rue de Rivoli depuis le jardin des Tuileries
Sempre existe um amanhã em que a vida nos dá outra oportunidade para fazermos as coisas bem, mas pensando que hoje é tudo o que nos resta, gostaria de dizer-te o quanto te quero, que nunca te esquecerei. Montmartre
O amanhã não está assegurado a ninguém, jovens ou velhos. Hoje pode ser a última vez que vejas aqueles que amas. Por isso, não esperes mais, fá-lo hoje, porque o amanhã pode nunca chegar. Senão, lamentarás o dia em que não tiveste tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e o teres estado muito ocupado para atenderes esse último desejo. Chevet de Saint-Eustache & rue Montorgueil
Mantém os que amas junto de ti, diz-lhes ao ouvido o muito que precisas deles, o quanto lhes queres e trata-os bem, aproveita para lhes dizer, “perdoa-me”, “por favor”, “obrigado” e todas as palavras de amor que conheces. L'Ile de la Cité et Notre-Dame de Paris, Depuis le Port de l'Hôtel-de-Ville
Não serás recordado pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a sabedoria para os expressar. Notre-Dame de Paris depuis le Pont de l'Archevéché
Demonstra aos teus amigos e seres queridos o quanto são importantes para ti. Bras de la Seine depuis l'Ile Saint Louis
ENVIA ISTO A QUEM ENTENDAS Vue panoramique de Paris et La Défense
Se não o fazes hoje, amanhã também não o farás Pied de la Tour Eiffel
E se o não fizeres… não importa… Place des Petits-Pères, sous la pluie
O momento de o enviar é este La Conciergerie et la place du Châtelet
Para ti com muito Carinho e amor Le Pont Alexandre III
Espero e desejo que te agrade muito Rue du Quai de Bourbon, Ile de la Cité
Le Sacré Cœur de Montmartre
Quai de Bourbon
Depuis l'île Saint-Louis
Paris depuis le toit de la Samaritaine
La Tour Eiffel depuis le jardin du Trocadéro
Terminus du métro, ligne 1

A morte por Pedro Bial...


Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos.

Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena.

Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.

A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.

Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em
casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?

Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.

Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça.

Pedro Bial

terça-feira, 26 de maio de 2009

Aprendendo A Orar Com As Formigas


UMA FORMIGA ME LEVOU A ORAR
Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha. A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela. A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa. Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.
Foi quando pensei: “Até que enfim ela terminou seu empreendimento”. Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha. Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada.”
Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.” Mas a pequena formiga me surpreendeu. Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências. Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades? Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha. Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse a tenacidade daquela formiga, para “carregar” as dificuldades do dia-a-dia. Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais. Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.
A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada. Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela.
Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.

Créditos: Texto: Ninon Rose Hawryliszyn e Silva Formatação: AM Imagens: Getty Images Música: I surrender to your love (E. Cortazar)

ATRITOS


Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.

Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.

Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.

À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.

Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.

Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.

Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.

Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas.

Faz parte...
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.

Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...

Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.

Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.

É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade, a de amar...
Mas temos que aprender como.

Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar

Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.

Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.

Ora, esse sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final:
ATRITE-SE!

Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.

(Autoria: Roberto Crema)

Eu temia


Eu temia ficar sozinha


Até que aprendi a GOSTAR DE MIM MESMA.

Eu temia fracassar
Até perceber que só fracasso se desistir.

Eu temia o que as pessoas pudessem pensar de mim
Até perceber que o que conta realmente é O QUE EU PENSO DE MIM MESMA.

Eu temia ser rejeitada
Até perceber que devo ter fé em mim mesma.

Eu temia a dor
Até perceber que o sofrimento só me ajuda a crescer.

Eu temia a verdade
Até descobrir a fealdade de uma mentira.

Eu temia a morte
Até aprender que a morte não é um fim mas um começo.

Eu temia o ódio
Até aprender que o ÓDIO É APENAS "IGNORÂNCIA"

Eu temia o ridículo
Até aprender a rir de mim mesma.

Eu temia ficar velha
Até compreender que ganho sabedoria a cada dia que passa.

Eu temia ser ferida nos meus sentimentos
Até aprender que NINGUÉM CONSEGUE ME FERIR SEM A MINHA PERMISSÃO.

Eu temia a escuridão
Até entender a luz e a beleza de uma estrela.

Eu temia mudanças
Até perceber as mudanças por que tem de passar uma bela borboleta antes de poder voar.

Acima de tudo aprendi que não vale a pena temer nada, pois vou enfrentar cada obstáculo à medida que aparecer na minha vida, com coragem e confiança pois...
No final existirá sempre mais uma esperança...
Se vivermos a vida sem temor!

No final sempre está Deus, que te ama. Que Deus te bendiga…

A MEDICINA E O ESPIRITISMO






A MEDICINA E O ESPIRITISMO


José Carlos Pereira Jotz


Porto Alegre - 2007


90 anos Soc. Bezerra de Menezes:

ontem, hoje e amanhã







O que é saúde e o que é doença à luz da doutrina espírita?







Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo.






O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se expressam realmente as informações da consciência.






O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.






Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde.






Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia.






Esta perturbação da harmonia acontece à nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação desta desarmonia.






O nosso “não consciente” envia mensagens ao nosso “consciente”, sob a forma de tensões ou sofrimentos físicos e emocionais. Procurando “silenciar” esta tentativa de comunicação, utilizamos medicamentos para acabar com os sintomas, sem perceber o que gerou os mesmos.






Para se dar conta de onde está situada a causa inicial, médicos e pacientes precisam aprender não apenas a perceber o que é visível na luz, mas também identificar o que está escondido na sombra.






Jacqueline Ripstein

Life







Jacqueline Ripstein

Cosmic Guess Game







Por que médicos e pacientes precisam aprender a perceber onde está a causa inicial?
Médicos porque tem o papel de orientar. Se não souber a causa, irá tratar apenas a conseqüência.
Pacientes porque são os principais interessados e responsáveis por sua cura.






Origem da desarmonia no perispírito







Sabemos todos que o perispírito:
É preexistente e sobrevivente à morte do corpo material, transmitindo suas vontades ao corpo físico e as impressões do corpo físico ao espírito;






Que o envoltório carnal se modela e as células se agrupam de acordo com a forma perispiritual;






Que as qualidades ou defeitos, faltas, abusos e vícios de existências passadas registrados no perispírito reaparecem no corpo físico como enfermidades e moléstias.






Inúmeras almas já renascem “adoecidas”, ou seja, com os componentes psíquicos enfermiços. Em grande parte dos casos o componente inicial desta enfermidade é a falta de auto-amor.






O amar a si mesmo ainda é uma lição que todos temos de aprender. Muitas reencarnações têm por objetivo precípuo restabelecer o desejo de viver e recuperar a alegria de sentir-se em paz. Uma conseqüência da falta do auto-amor é a depressão.






O que é depressão?

Como se pode conceituar depressão à luz do conhecimento espírita?







Depressão é cansaço de viver, é não aceitar a vida como ela é.






É a “doença prisão” que cassa a liberdade da criatura rebelde, viciada em ter seus caprichos atendidos.






É uma intimação de leis da vida convocando a alma a mudanças inadiáveis.






Em tese, depressão é a reação da alma que não aceitou sua realidade pessoal como ela é, estabelecendo um desajuste interior que a incapacita para viver plenamente.






No capítulo “Receituário oportuno” do livro “Escutando os Sentimentos” de Wanderley S. de Oliveira, Ermance Dufaux nos diz ser necessário ingerir três medicações com freqüência:






1.Acreditar que merece a felicidade, assim como todos os seres humanos (ser feliz é contentar-se com o que se é, sem que isso signifique estacionar; é o amor a si);







2.Parar de encontrar motivos externos para suas dores, encontrando-lhes as causas íntimas (dentro de cada um está a cura para todos os seus males);







3.Parar de pensar em felicidade para depois da morte e tentar ser feliz ainda em vida (a felicidade resulta da habilidade de consolidar o sentido da vida a partir do “olhar de impermanência”).







As emoções e os chakras







Sabemos quando a consciência de uma pessoa está desequilibrada, pois a mesma torna visível e palpável na forma de sintomas físicos ou psicológicos o seu desequilíbrio, existem desarmonias registradas a nível perispiritual. É o ser humano que está doente (espírito) e não o seu corpo físico.






Como os chakras fornecem energia sutil aos diversos órgãos do corpo, os bloqueios e conflitos emocionais podem resultar num fluxo energético anormal para diversos sistemas fisiológicos. Com o tempo, esses fluxos anormais de energia podem produzir doenças de maior ou menor gravidade em qualquer órgão do corpo.






O stress emocional é um importante fator no processo de produção de doenças. Os conflitos emocionais, os sentimentos de impotência e a falta de amor por si próprio podem ter efeitos nocivos sobre o funcionamento dos principais chakras.






A falta de amor a si ou auto-imagem ruim pode causar bloqueio no chakra cardíaco, o qual, secundariamente, afeta o funcionamento do timo, debilitando o sistema imunológico. Também pode afetar os pulmões contribuindo para as doenças respiratórias.






A forma inadequada de expressar verbalmente o que sente ou a não expressão verbal dos sentimentos internos pode interferir na função do chakra laríngeo. Esta pode ser a causa de muitos casos de amigdalites ou transtornos de tireóide.






Nossas doenças são freqüentemente um reflexo simbólico dos nossos estados internos de intranqüilidade emocional, bloqueio espiritual e desconforto. Isto sugere que a prescrição de medicamentos de efeito rápido, que aliviem apenas temporariamente os sintomas agudos da doença, não é a solução ideal para minorar os problemas do paciente, dentro de uma perspectiva reencarnacionista.







A medicina do futuro deverá ensinar os pacientes a reconhecer os fatores emocionais e energéticos sutis que podem predispô-los a determinados estados mórbidos. Terá mais facilidade em detectar disfunções nos chakras, corpos emocional, etérico e mental.






Hereditariedade

Por que ficamos doentes se aparentemente fazemos tudo certo?







A hereditariedade existe, mas os registros no perispírito, das experiências passadas da alma (psíquico, intelectual, profissional, moral e emocional), determinam a formação dos órgãos no novo corpo material. A hereditariedade reflete a aproximação por afinidades vibratórias entre os membros de uma mesma família.






Na fecundação, o gameta masculino vitorioso está impulsionado pela energia do perispírito do reencarnante que encontrou nele os fatores genéticos necessários para a programação reencarnatória. Os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros, vão organizando o corpo físico.






As enfermidades graves decorrem de faltas passadas e contribuem para o aprendizado, reparação e restauração dos atos inadequados, além da elevação da alma.






Certos acontecimentos e doenças são permitidas pelo plano espiritual para estimular o espírito a cumprir compromissos com a sua jornada evolutiva.






Assim, enfermidades ou acidentes inesperados, carência afetiva, dificuldades econômicas, são meios utilizados para despertar da anestesia da ilusão ou da intoxicação do orgulho, egoísmo, cólera, etc, a que muitos se submetem .






Tabaco, álcool, drogas, excesso no sexo e na alimentação, são de livre opção atual, não incursos originalmente no processo evolutivo de ninguém. Quem a qualquer deles se vincula, colherá o efeito prejudicial, não se podendo queixar ou aguardar solução de emergência.






Energia vital. Como equilibrá-la?







De um ponto de vista energético, o corpo físico debilitado oscila numa freqüência diferente daquela quando em estado saudável.






Quando a pessoa é incapaz de alterar o seu modo energético para a freqüência adequada, talvez seja necessário aplicar-lhe certa dose de energia sutil, o que pode fazer com que seus sistemas bioenergéticos passem a vibrar de forma apropriada.






Existem formas de tratamento que interagem também com a energia do ser humano como a acupuntura, a homeopatia, a antroposofia, a cromoterapia, os florais, os fatores de auto-organização, os elixires de pedras preciosas, o passe magnético, a prece, a água fluída, etc.






No entanto, a medicina não deve ter como foco apenas o tratamento do corpo, pois desta forma não obterá a cura, apenas melhora dos sintomas.






Pesquisas realizadas com ajuda de clarividentes sugerem que as doenças iniciam-se primeiramente no corpo etérico e em outros veículos de freqüências superiores. Neste caso os sinais de doenças poderão ser percebidos no corpo etérico antes que seja possível detectá-los no corpo físico.






O ideal é que se possa detectar as doenças num estágio suficientemente precoce para que impeça a manifestação física da doença no nível celular.






A doença é o caminho pelo qual o ser humano pode seguir rumo à cura. Quanto maior for nossa compreensão, maior nosso aproveitamento das coisas que nos cercam.






A cura acontece através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência.






O desenvolvimento de valores como paciência, humildade, bondade, perdão, tolerância, caridade e amor, são características de consciência plenamente desperta, de unidade perfeita e de perfeito entrosamento de Deus para com o homem. Este é o caminho da cura.






Responsabilidades de médico e paciente no processo de cura.

Papel do espiritismo







O princípio mais importante para a medicina que trabalha com as vibrações é o conceito de que os seres humanos são sistemas dinâmicos de energia que refletem os padrões evolutivos do crescimento da alma.






O médico não deve ser apenas um agente promotor da cura, mas também um educador. No entanto, o paciente é o principal responsável pela sua cura.






É muito mais fácil tomar um comprimido que proporcione um rápido “conserto” do organismo, do que modificar os hábitos potencialmente insalubres que possam estar contribuindo para o problema da saúde.






Cada ser humano é responsável pela busca do seu equilíbrio, da sua harmonia. O espiritismo auxilia no tratamento da consciência humana, lhe apresentando novos valores, educando o espírito.






Muitos pacientes só adotam hábitos mais saudáveis após algum acontecimento traumático ou o diagnóstico de uma doença grave.






O médico do futuro combinará o conhecimento científico e o conhecimento espiritual a fim de promover a cura em todos os níveis.






Jacqueline Ripstein

Compassion







FIM

Todos que desejarem acesso ao conteúdo desta apresentação enviem e-mail para

josejotz@yahoo.com.br

indicando no assunto “Palestra Medicina e espiritismo”

OBRIGADO







BIBLIOGRAFIA

- Porque adoecemos? Novos horizontes do conhecimento médico espirita - Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

- Porque adoecemos? Volume II Principios para a medicina da alma. Associação Médico Espírita de Minas Gerais.

- Doenças, cura e saúde a luz do espiritismo. Geziel Andrade.

- Medicina Vibracional. Uma medicino para o futuro. Richard Gerber.

- Escutando os sentimentos. Wanderley S. de Oliveira.

- Diga-me onde doi e eu te direi por quê. Michael Odoul. Editora Campus.

Homenagem aos amigos stressados




Esta é uma homenagem a todos os amigos que assim como eu,de vez em quando ficam stressados...
Às vezes, a pressão é tanta...as horas não passam...as coisas não andam...
Parece que o mundo todo conspira contra nós!
Qual a solução?
Faz de conta que não é contigo!
Assobia!
Faz palhaçadas! E daí?
Não dês ouvidos aos bota abaixo!
Disfarça, meu!
Faz de conta que és uma abóbora!
Pára de prestar atenção...
Procura fazer algo que te dê prazer!
Usa e Abusa!
Quem se importa?
Carinho em cima deles...
Dá mais atenção às coisas que são banais,
mas que te divertem...
Ri das inconveniências...
Deixa de lado o medo e... Sê ridículo...
Dá uma de elegância olímpica...
A vida só não é mais divertida porque a gente não deixa...
E o mais Importante: a vida não acaba neste instante,
nem começa de novo amanhã, como o desabrochar das flores...
Não pares... cada minuto stressado, é tempo perdido.
Por isso, te desejo:
um pouquinho de loucura e um pouquinho de pureza. Para enxergares a vida, muito diferente e melhor do que às vezes ela realmente é.

E não esqueças:
Sorri...Afinal, podia ser pior!. E quando estiveres no fundo do poço, considera-te sortudo. Desse ponto só dá para subir!!!

Fernanda Ferreira

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Conquiste a Paz

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Deficiência

Deficiência
Deficiente é aquele que não consegue modificar a vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Células Tronco

Células Tronco

NOBREZA

NOBREZA

LIBERDADE

LIBERDADE
Porque a liberdade tem que ser uma conquista individual para depois se tornar um enorme plural...

LUNNA

LUNNA
UNA BELLISSIMA LUNA PIENA

Limitação

Limitação
Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: Quero é uma verdade inventada. Clarice Lispecto

OSHO

OSHO
"Cada um é único e incomparável. Você é apenas você mesmo: ninguém nunca foi como você e ninguém nunca será como você. E você também não precisa ser nenhum outro." OSHO

Como uma borboleta

Como uma borboleta
Mas o que realmente era preciso era pensamento positivo. Que poderia ser livre, bem aceita, e voar leve, por onde desejasse. Que pensasse em ser borboleta o tempo todo e tudo poderia ir mudando, até que, mais rápido do que ela imaginasse, ela sairia do casulo, como uma borboleta.

AMOR

AMOR
O ódio revela muita coisa que permanece oculta ao amor. Lembra-te disso e não desprezes a censura dos inimigos.

COLO DE MÃE É UMA DELICIA!

COLO DE MÃE É UMA DELICIA!

PRECE A MÃE TERRA

PRECE A MÃE TERRA
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