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Muitas qualidades, muitos defeitos, mas é no equilíbrio que se leva a vida em frente. Desistir nunca, o ceú é o limite, e mesmo depois temos o espaço.

Mais Você-Ana Maria

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N.E.O.Q.E.A.V

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NUNCA ESQUEÇA O QUANTO EU AMO VOCE


MINHA MÃE ENIA

ENIA MELGAÇO

ENIA MELGAÇO

MÂE ,VOCÊ É UNICA PESSOA NO MUNDO QUE MERECE ESTA HOMENAGEM...

Toda e qualquer injustiça, revida com genuíno amor.Renuncia-se a si própria, não se importa com a dor.Quando ela se ajoelha, para pedir por um filho.Mobiliza o céu inteiro, que pára ante seu clamor.Oração de mãe Deus ouve, reconhece tal sentimento.Só ao Seu amor se compara tamanho desprendimento.Na vida dos filhos é benção, e do céu, a dádiva maior.Abre mão de seus anseios, jamais espera louvor.Do amor que lhes dedica nunca lhes imputa débitoVibra com suas vitórias, esquece o próprio mérito.Essa doce fera vive pra proteger sua prole.E se um deles se ferir, não há o que a console.Amor de mãe é pra sempre, como o amor de Deus.Com a força de uma leoa, ela defende os seus.Mesmo com a própria vida, disso não abre mão.Amor que nos impulsiona e acalanta o coração.


UM BEIJO CARINHOSO DE SUA FILHA
ZANZA

MÃE

MÃE
Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você

MINHA ETERNA PAIXÃO

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QUEM TE ENSINOU A NADAR?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sem etiqueta, sem preço

Momento Espírita



A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.



Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.





Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.


Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.


Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.




A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.


A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.


A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.


Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.


Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.

Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?


É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?


Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?


Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.


Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.


A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.



A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.



O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa



lembrança.


* * *



O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.



Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife.






Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.



Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.




Redação do Momento Espírita, a partir de comentário de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.

Disponível em < http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2363&stat=0>

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